terça-feira, 30 de junho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
"EU VEJO QUE APRENDI"
"Não há por que voltar não penso em te seguir...
Não quero mais a tua insensatez...
O que fazes sem pensar
Aprendeste no olhar, e das palavras que eu guardei pra ti...
Não penso em me vingar, não sou assim, a tua insegurança era por mim...
Não basta o compromisso, vale mais o coração e já que não me entendes, não me julgues, não me tendes....
Eu não minto, eu não sou assim.
Ninguém sabia e ninguém viu, que eu estava ao teu lado então...
Sou fera, sou bico, sou anjo, sou mulher, sou minha mãe, minha filha, minha irmã, minha menina.
Mas sou minha só minha e não de quem quiser, sou deus tua deusa meu amor.
Alguma coisa aconteceu
Do ventre nasce o novo coração
Não penso em me vingar não sou assim a tua insegurança era por mim.
Não basta o compromisso vale mais o coração.
O que fazes por sonhar é o mundo que virá pra ti e para mim
Vamos descobrir o mundo juntos baby, meu amor, meu..."
domingo, 28 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
ELE É O CARA!
Ontem, por volta de umas oito horas, eu estava treinando no bar do Ritz, quando a Mari, colega do meu trabalho disse:
- Gente o Michael Jackson morreu!
Eu dei risada.
- Ah vai Mari, como assim?
- É! os motoqueiros acabaram de ver...ta na internet!
- Mentiraaaa!!!Não acredito!!
Acreditei.
Depois que o Ricardo K gerente abriu o celular colocou a tv e disse:
- Olha, olha aqui acabou de passar o noticiário, é verdade mesmo!
eu fiquei mal, bem mal...
Aqui em casa amamos ele, e desde pequena eu sou muito Fã!
Ele é o rei do Pop, o que seria dos anos 80 sem ele?!
E o que foi The Jackson five?
E eu que jurava que iria ver um show dele, ele pertenceu a minha geração também.
As melhores festas que já fui, foram as que tocavam Michael Jackson, e todos dançavam! Quando tocava Thriller então...era uma euforia nos córpos daqueles que se soltavam nas pistas.
O Michael Jackson Além de fazer uma revolução na música pop, também provou grandes polêmicas com o seu comportamento. Concordo que eram tanto quanto polêmicos, mas não era um homem mau, mas era um homem com uma ingênuidade muito grande.
E o que resta para nós?...Couvers?Não, por que ele era único!
Mas nos resta saber o quanto talentoso ele era, e a transformação que ele conquistou com a suas músicas e danças fantásticas!
Michael Jackson você é o cara!
- Gente o Michael Jackson morreu!
Eu dei risada.
- Ah vai Mari, como assim?
- É! os motoqueiros acabaram de ver...ta na internet!
- Mentiraaaa!!!Não acredito!!
Acreditei.
Depois que o Ricardo K gerente abriu o celular colocou a tv e disse:
- Olha, olha aqui acabou de passar o noticiário, é verdade mesmo!
eu fiquei mal, bem mal...
Aqui em casa amamos ele, e desde pequena eu sou muito Fã!
Ele é o rei do Pop, o que seria dos anos 80 sem ele?!
E o que foi The Jackson five?
E eu que jurava que iria ver um show dele, ele pertenceu a minha geração também.
As melhores festas que já fui, foram as que tocavam Michael Jackson, e todos dançavam! Quando tocava Thriller então...era uma euforia nos córpos daqueles que se soltavam nas pistas.
O Michael Jackson Além de fazer uma revolução na música pop, também provou grandes polêmicas com o seu comportamento. Concordo que eram tanto quanto polêmicos, mas não era um homem mau, mas era um homem com uma ingênuidade muito grande.
E o que resta para nós?...Couvers?Não, por que ele era único!
Mas nos resta saber o quanto talentoso ele era, e a transformação que ele conquistou com a suas músicas e danças fantásticas!
Michael Jackson você é o cara!
segunda-feira, 22 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
INJURIADO (Chico Buarque)
"Se eu só lhe fizesse o bem
Talvez fosse um vício a mais
Você me teria desprezo por fim
Porém não fui tão imprudente
E agora não há francamente
Motivo pra você me injuriar assim
Dinheiro não lhe emprestei
Favores nunca lhe fiz
Não alimentei o seu gênio ruim
Você nada está me devendo
Por isso, meu bem, não entendo
Porque anda agora falando de mim"
Talvez fosse um vício a mais
Você me teria desprezo por fim
Porém não fui tão imprudente
E agora não há francamente
Motivo pra você me injuriar assim
Dinheiro não lhe emprestei
Favores nunca lhe fiz
Não alimentei o seu gênio ruim
Você nada está me devendo
Por isso, meu bem, não entendo
Porque anda agora falando de mim"
terça-feira, 16 de junho de 2009
Ela E O Centro
Andando pelas ruas do centro, olhando para todos os lados, admirada com aquelas construções antigas, agitada pela multidão de pessoas; estranhava como aquele lugar conseguia reunir tanta gente miscigenada. E mais do que isso: Como era possível tantas pessoas tão diferentes entre si, viverem sem se quer saber e conhecer a vida de umas às outras...?
Ela sabia que era impossível, mas o prazer em observar as outras pessoas era tão grande, que tentava imaginar o que de semelhante cada pessoa em que observava tinha a ver com ela.
Talvez muitas coisas, talvez não...
O mundo é feito por pessoas de culturas diferentes, algumas parecidas mas nada é igual, em tudo tem a sua particularidade. O diferente, é que cada um tem a sua maneira de se mostrar ao mundo em que vive. Viver não é tarefa fácil para uns, e nem difícil para outros...
Ela simplesmente tinha um amor muito forte pela vida, pensava muito na morte e tinha muito medo de como isso pudesse acontecer. Mas o certo é que sabia que uma hora isso de fato iria aconteceria. E se foi, andando pelo centro de São Paulo onde pensou, quantas pessoas que já haviam morrido passaram por ali sem ela se quer conhecer, e como o centro mudou desde a época em que o presidente Getúlio Vargas entrou no poder. Assim como as pessoas cada vez mais saíam do campo e vinham para a cidade, a procura de trabalho e uma nova qualidade de vida.... construíam grandes estatais, novas leis para os trabalhoderes, milagre econômico?
O que ela mais via, era trabalhadores. Que saíam do trabalho e íam direto para suas casas? E onde moram todas essas pessoas?...
Avistou um homem bêbado, tentando roubar uma fralda para o seu filho e foi impedido pelo o segurança da farmácia, que provavelmente (foi o que ela pensou) deve ter gastado o dinheiro na bebida, ou estaria sem a menor noção e queria simplesmente roubar, por ter prazer em fazer aquilo, ignorância da parte dela?. Uma forma para se alienar da miséria em que vive por isso que ele bebe. E quis ajudar, mas não ajudou, por sentir medo de que aquele problema e todo aquela confusão caíssem sobre suas costas (covardia?)...mas aquele homem não tinha dinheiro e isso era fato! chorava por não conseguir aquele objeto que seria tão útil para o seu filho...que dessa fez vai ficar sem fraldas.
Assim ela se lembrou, que também já ficou sem fraldas, por falta de dinheiro da família.
Concluíu que quanto mais dinheiro temos, mais distantes e alienados da miséria do país em que vivemos estamos, ficamos cegos.
No final dessa vida seja você quem for, acabamos todos por esperar...Seja a vinda dela de uma maneira dolorosa, forte, ou até mesmo calma, ela virá, para todos nós. O que ela tinha de mais medo se tornou um entendimento e compreendeu que mesmo com todos os acontecimentos desse mundo, e do mundo dela, era preciso viver e aprender, mesmo com as coisas más, ruins, tristes, miseráveis que acontecem na vida de cada um; devemos viver aquilo como uma coisa única/psrticular, por que não sabemos o que o dia seguinte guarda para nós.
Mas quem sabe aquele homem que tentou roubar a fralda e ninguém o ajudou, possa ajudar ainda muitas outras pessoas, seja com fraldas ou não...
O destino de cada um estar por vir a cada segundo de tempo.
No centro a cada sengundo passam milhares de pessoas, que vivem em tempos diferentes.
Mas ela preferiu parar por um tempo, ouvir o barulho, e sentir a uma sensação que só ela sente, quando vai ao centro.
Ela sabia que era impossível, mas o prazer em observar as outras pessoas era tão grande, que tentava imaginar o que de semelhante cada pessoa em que observava tinha a ver com ela.
Talvez muitas coisas, talvez não...
O mundo é feito por pessoas de culturas diferentes, algumas parecidas mas nada é igual, em tudo tem a sua particularidade. O diferente, é que cada um tem a sua maneira de se mostrar ao mundo em que vive. Viver não é tarefa fácil para uns, e nem difícil para outros...
Ela simplesmente tinha um amor muito forte pela vida, pensava muito na morte e tinha muito medo de como isso pudesse acontecer. Mas o certo é que sabia que uma hora isso de fato iria aconteceria. E se foi, andando pelo centro de São Paulo onde pensou, quantas pessoas que já haviam morrido passaram por ali sem ela se quer conhecer, e como o centro mudou desde a época em que o presidente Getúlio Vargas entrou no poder. Assim como as pessoas cada vez mais saíam do campo e vinham para a cidade, a procura de trabalho e uma nova qualidade de vida.... construíam grandes estatais, novas leis para os trabalhoderes, milagre econômico?
O que ela mais via, era trabalhadores. Que saíam do trabalho e íam direto para suas casas? E onde moram todas essas pessoas?...
Avistou um homem bêbado, tentando roubar uma fralda para o seu filho e foi impedido pelo o segurança da farmácia, que provavelmente (foi o que ela pensou) deve ter gastado o dinheiro na bebida, ou estaria sem a menor noção e queria simplesmente roubar, por ter prazer em fazer aquilo, ignorância da parte dela?. Uma forma para se alienar da miséria em que vive por isso que ele bebe. E quis ajudar, mas não ajudou, por sentir medo de que aquele problema e todo aquela confusão caíssem sobre suas costas (covardia?)...mas aquele homem não tinha dinheiro e isso era fato! chorava por não conseguir aquele objeto que seria tão útil para o seu filho...que dessa fez vai ficar sem fraldas.
Assim ela se lembrou, que também já ficou sem fraldas, por falta de dinheiro da família.
Concluíu que quanto mais dinheiro temos, mais distantes e alienados da miséria do país em que vivemos estamos, ficamos cegos.
No final dessa vida seja você quem for, acabamos todos por esperar...Seja a vinda dela de uma maneira dolorosa, forte, ou até mesmo calma, ela virá, para todos nós. O que ela tinha de mais medo se tornou um entendimento e compreendeu que mesmo com todos os acontecimentos desse mundo, e do mundo dela, era preciso viver e aprender, mesmo com as coisas más, ruins, tristes, miseráveis que acontecem na vida de cada um; devemos viver aquilo como uma coisa única/psrticular, por que não sabemos o que o dia seguinte guarda para nós.
Mas quem sabe aquele homem que tentou roubar a fralda e ninguém o ajudou, possa ajudar ainda muitas outras pessoas, seja com fraldas ou não...
O destino de cada um estar por vir a cada segundo de tempo.
No centro a cada sengundo passam milhares de pessoas, que vivem em tempos diferentes.
Mas ela preferiu parar por um tempo, ouvir o barulho, e sentir a uma sensação que só ela sente, quando vai ao centro.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
12 de Junho de 1935
Ela é nervosa,
vaidosa,
gosta de batom vermelho.
Tem um cheiro bom que é só dela...
Andadva com um lenço molhado dentro de um saquinho na bolsa,
para limpar a minha mão, caso ficasse melada.
É uma delícia conversar com ela.
Ela sabe ouvir...
É bem sensível, como eu.
Faz uma berinjela maravilhosa.
Ela torce por mim, e diz que me ama muito.
E eu digo o mesmo.
Viajavamos juntas quando eu tinha quatro anos,
e ela sempre diz que quando passavamos pela represa eu dizia:
"-Olha o lago vovó, olha o lago."
Hoje ela faz setenta e quatro anos.
E eu disse pra ela que muitos anos ainda estão por vir,
até ela conhecer os bisnetos.
Ela é minha avó.
Rosa Ana Maddaloni Souza Jesus.
Italiana.
Ela amava muito seu pai (sempre conta histórias dele pra mim) e
respeitava muito sua mãe, minha bisavó Filomena.
A minha avó é cabelereira.
vaidosa,
gosta de batom vermelho.
Tem um cheiro bom que é só dela...
Andadva com um lenço molhado dentro de um saquinho na bolsa,
para limpar a minha mão, caso ficasse melada.
É uma delícia conversar com ela.
Ela sabe ouvir...
É bem sensível, como eu.
Faz uma berinjela maravilhosa.
Ela torce por mim, e diz que me ama muito.
E eu digo o mesmo.
Viajavamos juntas quando eu tinha quatro anos,
e ela sempre diz que quando passavamos pela represa eu dizia:
"-Olha o lago vovó, olha o lago."
Hoje ela faz setenta e quatro anos.
E eu disse pra ela que muitos anos ainda estão por vir,
até ela conhecer os bisnetos.
Ela é minha avó.
Rosa Ana Maddaloni Souza Jesus.
Italiana.
Ela amava muito seu pai (sempre conta histórias dele pra mim) e
respeitava muito sua mãe, minha bisavó Filomena.
A minha avó é cabelereira.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Frevo
"Esta noite não quero saber de conselho
esqueça, deixe pra lá
me arranja um pecado
quente pra me consolar
pense bem que depois
tem o ano inteiro pra gente pagar
Cinqüenta gramas de amor
veja lá, é um bocadinho
vinte gramas até,
venha cá, é tão pouquinho.
Eu vou morrer se você
não quiser
me arranjar um pecadinho."
quarta-feira, 3 de junho de 2009
E pode ser simples assim...
É preciso sonhar, e enquanto sonhamos acreditamos.
Acredite.
Acreditar é confiar.
Confiar é sentir segurança.
E enquando tiver esperança, vai haver mudança.
Mudar é transformar.
E depois que transformar, é uma nova vida sem fronteiras.
Acredite.
Acreditar é confiar.
Confiar é sentir segurança.
E enquando tiver esperança, vai haver mudança.
Mudar é transformar.
E depois que transformar, é uma nova vida sem fronteiras.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Fomos passear no Parque do Ibirapuera...
Ah que delícia o sol de outono, melhor ainda é a luz que ilumina o ceú.
Um vento tão frio que chega a doer a cabeça, as folhas das árvores não param de se mexer.
E o sol que nem chega a aquecer...que dia lindo.
Fomos para o Parque do Ibirapuera, fazia tempo que eu não ía, vi todas aquelas árvores de troncos enormes; passear por aquele bosque, chegar até o lago e ver um lindo pôr-do-sol iluminando toda aquela água, como os patos coseguem nadar naquele frio?a maioria ficavam na grama.
Ficamos com um certo medo de nos aproximar , mas as pessoas ficavam bem perto. Uma garota ficou com medo quando o pato chegou bem próximo ao banco em que ela estva sentada, ela se afastou, mas depois voltou a se sentar. E eu fiquei um pouco distânte, não gosto de invadir o espaço de ninguém, os patos andam em bando, nadam em bando, tem um movimento leve sobre a água. Os mais bonitos eram aqueles que tinham o pescoço preto, a cabeça verde e o bico laranja.
Conheço um rapaz que tem um pato na casa dele, e deu o nome para esse pato de Zé Perera, conheci esse pato tão pequenininho, que quando vi ele de novo (não muito tempo depois) já estava enorme! Ele tem o bico rosa e é branco e preto, cara de Zé Perera mesmo...
Saímos do parque com as mãos geladas, o nariz vermelhos é muito frio lá, e tem gente que faz exercícios físicos e ficam com roupas curtas, e eu de cachecol e blusa de lã que mesmo andando, aquele frio não passava. Entramos no carro correndo e de lá fomos para a Praça Roosevelt, em um bar muito gostoso onde a Elis Regina cantou em 1964, a música desse bar é maravilhosa, tomamos uma taça de vinho e comemos carne de sol, uma delícia.
São Paulo é uma cidade cheia de opções de lazer, e hoje nessa segunda-feira passiei por dois lugares muito diferentes mas em comum em encontrar pessoas tão miscigenadamente opostas. Para mim São Paulo é assim, cada lugar é um lugar mas sempre quando chegamos, conhecemos coisas bem diferetes.
Um vento tão frio que chega a doer a cabeça, as folhas das árvores não param de se mexer.
E o sol que nem chega a aquecer...que dia lindo.
Fomos para o Parque do Ibirapuera, fazia tempo que eu não ía, vi todas aquelas árvores de troncos enormes; passear por aquele bosque, chegar até o lago e ver um lindo pôr-do-sol iluminando toda aquela água, como os patos coseguem nadar naquele frio?a maioria ficavam na grama.
Ficamos com um certo medo de nos aproximar , mas as pessoas ficavam bem perto. Uma garota ficou com medo quando o pato chegou bem próximo ao banco em que ela estva sentada, ela se afastou, mas depois voltou a se sentar. E eu fiquei um pouco distânte, não gosto de invadir o espaço de ninguém, os patos andam em bando, nadam em bando, tem um movimento leve sobre a água. Os mais bonitos eram aqueles que tinham o pescoço preto, a cabeça verde e o bico laranja.
Conheço um rapaz que tem um pato na casa dele, e deu o nome para esse pato de Zé Perera, conheci esse pato tão pequenininho, que quando vi ele de novo (não muito tempo depois) já estava enorme! Ele tem o bico rosa e é branco e preto, cara de Zé Perera mesmo...
Saímos do parque com as mãos geladas, o nariz vermelhos é muito frio lá, e tem gente que faz exercícios físicos e ficam com roupas curtas, e eu de cachecol e blusa de lã que mesmo andando, aquele frio não passava. Entramos no carro correndo e de lá fomos para a Praça Roosevelt, em um bar muito gostoso onde a Elis Regina cantou em 1964, a música desse bar é maravilhosa, tomamos uma taça de vinho e comemos carne de sol, uma delícia.
São Paulo é uma cidade cheia de opções de lazer, e hoje nessa segunda-feira passiei por dois lugares muito diferentes mas em comum em encontrar pessoas tão miscigenadamente opostas. Para mim São Paulo é assim, cada lugar é um lugar mas sempre quando chegamos, conhecemos coisas bem diferetes.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Minha paixão pelos idosos.
É desde pequena que tenho uma enorme paixão pelos idósos, talvez por que desde que eu nasci passava grande parte da minnha infância com meus avós.
Tenho uma paixão muito forte pela a minha vó Ana, é a avó que ajudou a me criar, fazia aquelas vontades de vó pra neta, me levava pra cima e pra baixo com ela, e cuidava tão bem de mim que sinto muita falta de ir para São Viscente com ela, ir dormir na casa dela aqui na Moóca, minha avó é cabelereira até hoje, e somos muito parecidas em alguns aspéctos, como os nossos gostos por algumas coisas, ela sempre vem pedir a minha opnião, e eu adoro ajudá-la.
Uma vez quando eu tinha uns cinco, seis anos estavamos na praça da sé, e me deu vontade de comer um churrasquinho desses de rua, ela tentou me convencer de comer outra coisa, mas não teve jeito, ficou super preocupada, e até pegou um pedaço pra ela, por que se caso eu passasse mal ela passaria também, mas não deu em nada, estou aqui até hoje vó.
Mas hoje saindo do meu trabalho, entrei no ônibus e gosto de sentar na frente, mas não havia lugar então sentei em um degrauzinho ao lado de uma senhora muito bonita, que queria segurar a minha bolsa, mas eu estava confortável com ela no colo. Eu quis puxar um assunto e disse:
- Ai, hoje tomei a vacina da gripe, mas acho que me arrependi.
-Não, é ótimo por que se a gripe vem, ela vem mais fraca.
Que simpatia, fico imaginando essa senhora com a minha idade, e eu quando chegar na idade dela.
As pessoas mais velhas são as melhores para conversar na minha opnião, por que tem histórias fabulósas para contar e hoje ela me contou uma muito boa.
Disse que no prédio em que ela mora há um vizinho no andar de cima que faz muito barulho pela madrugada, que arrasta os móveis, achei estranho, mas deixei ela falar...disse que o casal do andar de cima acabaram de casar, eu dei risada e ela também sabendo que aqueles móveis que pareciam ser arrastados na verdade era o barulho que o casal fazia no quarto. Ela ria com uma risada tão gostosa, que eu queria que ela risse mais.
Contou que já foi sindica do prédio e que uma vez um morador incomodado com a moradora de cima por que esta usava salto e o barulho era insuportavel, subiu até o apartamento da moça de ropão e tirou uma espingarda, ameaçando a moça. Isso deu uma confusão que ela depois ficou sabendo que esse morador queria entrar no apartamento por que tinha um enorme tesão pela moradora do andar de cima e que essa história de salto alto fazendo barulho era lorota...e quando ele foi embora do prédio e levou uma mala para essa senhora ver e ela me disse:
-Você não acredita, tinha um 38 e uma metralhadora dentro daquela mala, e eu não sabia entrei em pânico.
Mais uma vez eu ri e ouvi a sua risada gostosa.
Ela já foi professora.
Por fim, me despedi dela, sem saber o seu nome e da janela do ônibus nos demos tchau uma sorrindo para a outra. Que gostoso compartilhar essa vivência dela, e ela contar com tanta expontaniedade e sorrisos, é bom ouvir histórias daqueles que necessitam contá-las e eu tenho um enorme prazer em ouvi-las, me concentrei tanto no universo dela e o prazer dela em me contar foi tão grande, que cheguei em casa e quis contá-la para vocês.
Tenho uma paixão muito forte pela a minha vó Ana, é a avó que ajudou a me criar, fazia aquelas vontades de vó pra neta, me levava pra cima e pra baixo com ela, e cuidava tão bem de mim que sinto muita falta de ir para São Viscente com ela, ir dormir na casa dela aqui na Moóca, minha avó é cabelereira até hoje, e somos muito parecidas em alguns aspéctos, como os nossos gostos por algumas coisas, ela sempre vem pedir a minha opnião, e eu adoro ajudá-la.
Uma vez quando eu tinha uns cinco, seis anos estavamos na praça da sé, e me deu vontade de comer um churrasquinho desses de rua, ela tentou me convencer de comer outra coisa, mas não teve jeito, ficou super preocupada, e até pegou um pedaço pra ela, por que se caso eu passasse mal ela passaria também, mas não deu em nada, estou aqui até hoje vó.
Mas hoje saindo do meu trabalho, entrei no ônibus e gosto de sentar na frente, mas não havia lugar então sentei em um degrauzinho ao lado de uma senhora muito bonita, que queria segurar a minha bolsa, mas eu estava confortável com ela no colo. Eu quis puxar um assunto e disse:
- Ai, hoje tomei a vacina da gripe, mas acho que me arrependi.
-Não, é ótimo por que se a gripe vem, ela vem mais fraca.
Que simpatia, fico imaginando essa senhora com a minha idade, e eu quando chegar na idade dela.
As pessoas mais velhas são as melhores para conversar na minha opnião, por que tem histórias fabulósas para contar e hoje ela me contou uma muito boa.
Disse que no prédio em que ela mora há um vizinho no andar de cima que faz muito barulho pela madrugada, que arrasta os móveis, achei estranho, mas deixei ela falar...disse que o casal do andar de cima acabaram de casar, eu dei risada e ela também sabendo que aqueles móveis que pareciam ser arrastados na verdade era o barulho que o casal fazia no quarto. Ela ria com uma risada tão gostosa, que eu queria que ela risse mais.
Contou que já foi sindica do prédio e que uma vez um morador incomodado com a moradora de cima por que esta usava salto e o barulho era insuportavel, subiu até o apartamento da moça de ropão e tirou uma espingarda, ameaçando a moça. Isso deu uma confusão que ela depois ficou sabendo que esse morador queria entrar no apartamento por que tinha um enorme tesão pela moradora do andar de cima e que essa história de salto alto fazendo barulho era lorota...e quando ele foi embora do prédio e levou uma mala para essa senhora ver e ela me disse:
-Você não acredita, tinha um 38 e uma metralhadora dentro daquela mala, e eu não sabia entrei em pânico.
Mais uma vez eu ri e ouvi a sua risada gostosa.
Ela já foi professora.
Por fim, me despedi dela, sem saber o seu nome e da janela do ônibus nos demos tchau uma sorrindo para a outra. Que gostoso compartilhar essa vivência dela, e ela contar com tanta expontaniedade e sorrisos, é bom ouvir histórias daqueles que necessitam contá-las e eu tenho um enorme prazer em ouvi-las, me concentrei tanto no universo dela e o prazer dela em me contar foi tão grande, que cheguei em casa e quis contá-la para vocês.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Happy End (Tom Zé)
"Você fala que sim,
que me compreende;
você fala que não,
que não me entrega
que não me vende
que não me deixa
que não me larga.
Mas você deixa tudo
deixou
você deixa mágoa
deixou
você deixa frio
deixou
e me deixa na rua
deixou.
Você jura, jura,
jurou,
você me despreza
prezou,
você vira a esquina
esquinou
e me deixa à toa
tô, tô, to.
Você passa mal
toma Sonrisal
se engana, mas vai em frente
pra mim não tem jeito
não tem beijo final
e não vai ter happy end
e não vai ter happy end
e não vai ter happy."
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Amizade!
Depois de ontem, eu percebi a grandeza da amizade de dois amigos meus.
Amigos que se conheciam antes de me conhecer, mas não eram amigos, e que
viraram amigos e são meus amigos, sou amiga deles, antes de nós três sermos amigos. Mas não é uma amizade qualquer; não é forçada, é muito forte, é cheia de amor, conversas gostosas e engraçadas, puxões daqui, é se sentir bem a todo momento, poder falar o que vem à cabeça sem resentimentos, é ir jantar, buscar em casa, discutir, rir até chorar, história fabulosas, compartilhar o particular de cada um, sorrir ao encontrar, ter um carinho tão grande e medo de magoar, desabafar, ir domir na casa (amo fazer isso desde muito pequena), poder ligar a qualquer hora, e um vai dizer: "-E aí Ná?!" e o outro diz: "-Oi Ná!". Um amor muito forte, de compartilhar as vivências, de ensinar, de apresentar coisas novas, acrescentar, um tribalismo. Agora vamos jantar juntos todas às quartas-feiras, ta fechado Lú!
E não são só esses dois amigos, como outros amigos e amigas (que são verdadeiras amigas!), que derrepente surgiram na minha vida. Até então falei de vocês Luís e Vitinho, mas que também falo de você Pat que foi a minha primeiríssima e companheira amiga, que mesmo distânte e não tão presente é uma forte amiga, Fezoca, Taíná, Ana Flor, Eleonora, Taís, Aninha querida, Jamila, Karina desde pequena muitas aventuras, Manu, e é claro você né Soninha que está acima de uma amiga, você é pau pra toda obra, de um companheirísmo e de poder compartilhar tudo a qualquer hora e sempre me ajudar com tanto carinho e atenção. Aí, você Edu, que só falamos besteiras, é meu irmão mais velho, João querido, Leandro, Pedro meu primeiro amigo que hoje vive em Portugal, mas quando veio para o Brasil, foi uma delíca reencontrá-lo, Fabinho, Bluuuu que rachamos o bico e sempre com conversas fantásticas!Lucão "é da moóca Ná" hehe muito querido, Murazito você é companheiro! que delícia nossas conversas, como é bom cantar com você. Paulinho, Victinho e Rodrigo meus queridos, que conheci no Ritz nesses últimos tempos, vocês são meus amores também...Ah e é claro você Fá, que foi o meu grande amor e muito muito amigo.
Não quero esquecer de ninguém! Amigos meus queridos amigos, tenho muito amor por vocês.
Amigo: adj. 1. Que é ligado a outrem por laços de amizade.
Companheiro, protetor.
Amigos que se conheciam antes de me conhecer, mas não eram amigos, e que
viraram amigos e são meus amigos, sou amiga deles, antes de nós três sermos amigos. Mas não é uma amizade qualquer; não é forçada, é muito forte, é cheia de amor, conversas gostosas e engraçadas, puxões daqui, é se sentir bem a todo momento, poder falar o que vem à cabeça sem resentimentos, é ir jantar, buscar em casa, discutir, rir até chorar, história fabulosas, compartilhar o particular de cada um, sorrir ao encontrar, ter um carinho tão grande e medo de magoar, desabafar, ir domir na casa (amo fazer isso desde muito pequena), poder ligar a qualquer hora, e um vai dizer: "-E aí Ná?!" e o outro diz: "-Oi Ná!". Um amor muito forte, de compartilhar as vivências, de ensinar, de apresentar coisas novas, acrescentar, um tribalismo. Agora vamos jantar juntos todas às quartas-feiras, ta fechado Lú!
E não são só esses dois amigos, como outros amigos e amigas (que são verdadeiras amigas!), que derrepente surgiram na minha vida. Até então falei de vocês Luís e Vitinho, mas que também falo de você Pat que foi a minha primeiríssima e companheira amiga, que mesmo distânte e não tão presente é uma forte amiga, Fezoca, Taíná, Ana Flor, Eleonora, Taís, Aninha querida, Jamila, Karina desde pequena muitas aventuras, Manu, e é claro você né Soninha que está acima de uma amiga, você é pau pra toda obra, de um companheirísmo e de poder compartilhar tudo a qualquer hora e sempre me ajudar com tanto carinho e atenção. Aí, você Edu, que só falamos besteiras, é meu irmão mais velho, João querido, Leandro, Pedro meu primeiro amigo que hoje vive em Portugal, mas quando veio para o Brasil, foi uma delíca reencontrá-lo, Fabinho, Bluuuu que rachamos o bico e sempre com conversas fantásticas!Lucão "é da moóca Ná" hehe muito querido, Murazito você é companheiro! que delícia nossas conversas, como é bom cantar com você. Paulinho, Victinho e Rodrigo meus queridos, que conheci no Ritz nesses últimos tempos, vocês são meus amores também...Ah e é claro você Fá, que foi o meu grande amor e muito muito amigo.
Não quero esquecer de ninguém! Amigos meus queridos amigos, tenho muito amor por vocês.
Amigo: adj. 1. Que é ligado a outrem por laços de amizade.
Companheiro, protetor.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Hoje o dia é dela!
Aprendemos na vida que tudo em que há vida, tem o seu começo e o seu fim.
Tudo aquilo que buscamos, também tem o seu começo e o seu fim.
O começo somos nós que damos a partida, mas o final nunca sabemos como será, e onde irá dar...
Assim a cada momento, eu cá com os meus pensamentos, faço uma ligeira comparação da vida; acredito que a nossa vida é um livro, porque quando abrimos para ler, foi dada a primeira partida, o primeiro passo, depois entramos no desenvolvimento da história, onde há conflitos, emoções, compreendimentos, descobertas e a decisão de continuar ou não a levar aquela história em diante. Assim esse conflito é com nós mesmos por decidir ou não finalizar, algo que começamos, mas cabe a personalidade de cada pessoa, optar por tal escolha.
Eu pessoalmente, tenho grande dificuldade em chegar na conclusão, porque seja o que for, eu preciso viver as coisas com profundidade, se não perde a graça...aí deixo aquilo de lado, e começo uma outra história (um grande conflito). Cada um de nós temos grandes história para contar, mas eu não vou contar a minha agora não.
Vou dizer que na minha vida tenho grandes histórias, engraçadas, tristes, coflituosas ao lado de uma grande amiga minha, que sem ela eu não teria grandes história para contar, e não estaria aqui para escrever e viver outras histórias...
Estou dizendo tudo isso porque hoje é o aniversário da minha mãe, e ela vive na minha história e eu vivo na dela. Para celebrar mais um ano de histórias juntas, e acreditar que a cada dia a vida vai ser mais bonita ao lado dela, com brincadeiras, risadas, alguns conflitos, companheirismo, farras, música, danças e poesias!
Sou o que sou hoje, aceite você ou não, pela criação da dona Márcia, a mãe que os meus amigos admiram e dizem que é o máximo, mas só eu realmente que convivo com tal figura. A pessoa que mais me apoia nas minhas decisões e me ajuda a finalizar com boas conclusões. Teremos ainda muitas histórias para contar maínha, e celebrar mais anos de vida!
Ta aí os meus parabéns, e por esses vinte e um anos de vida que você deu a mim. Muito Obrigada!
Tudo aquilo que buscamos, também tem o seu começo e o seu fim.
O começo somos nós que damos a partida, mas o final nunca sabemos como será, e onde irá dar...
Assim a cada momento, eu cá com os meus pensamentos, faço uma ligeira comparação da vida; acredito que a nossa vida é um livro, porque quando abrimos para ler, foi dada a primeira partida, o primeiro passo, depois entramos no desenvolvimento da história, onde há conflitos, emoções, compreendimentos, descobertas e a decisão de continuar ou não a levar aquela história em diante. Assim esse conflito é com nós mesmos por decidir ou não finalizar, algo que começamos, mas cabe a personalidade de cada pessoa, optar por tal escolha.
Eu pessoalmente, tenho grande dificuldade em chegar na conclusão, porque seja o que for, eu preciso viver as coisas com profundidade, se não perde a graça...aí deixo aquilo de lado, e começo uma outra história (um grande conflito). Cada um de nós temos grandes história para contar, mas eu não vou contar a minha agora não.
Vou dizer que na minha vida tenho grandes histórias, engraçadas, tristes, coflituosas ao lado de uma grande amiga minha, que sem ela eu não teria grandes história para contar, e não estaria aqui para escrever e viver outras histórias...
Estou dizendo tudo isso porque hoje é o aniversário da minha mãe, e ela vive na minha história e eu vivo na dela. Para celebrar mais um ano de histórias juntas, e acreditar que a cada dia a vida vai ser mais bonita ao lado dela, com brincadeiras, risadas, alguns conflitos, companheirismo, farras, música, danças e poesias!
Sou o que sou hoje, aceite você ou não, pela criação da dona Márcia, a mãe que os meus amigos admiram e dizem que é o máximo, mas só eu realmente que convivo com tal figura. A pessoa que mais me apoia nas minhas decisões e me ajuda a finalizar com boas conclusões. Teremos ainda muitas histórias para contar maínha, e celebrar mais anos de vida!
Ta aí os meus parabéns, e por esses vinte e um anos de vida que você deu a mim. Muito Obrigada!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Amo Fernando Pessoa!
"Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada.
estudar é nada.
O sol doira
sem literatura.
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
como tem tempo não tem pressa...
Livros São papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa que está em indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar seca.
O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não saabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...."
(Poesia de Fernado Pessoa / Cancioneiro)
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada.
estudar é nada.
O sol doira
sem literatura.
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
como tem tempo não tem pressa...
Livros São papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa que está em indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar seca.
O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não saabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...."
(Poesia de Fernado Pessoa / Cancioneiro)
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Para começar, resolvi colocar uma foto; uma foto que sempre quando eu olho me dá uma saudade boa desse tempo...tempo em que eu era criança e ia viajar com a minha mãe e podia curti-la em todos os momentos, tempo meu e dela, tempo nosso.Essa foto me lembra dessa tarde, em que eu acordei e fui deitar na esteira que ficava estendida na grama, o sol estava uma delícia. Nessa casa (em Boiçucanga) havia um gato que adotamos para nós e ele vivia dormindo na esteira do meu lado, ficavamos estirados naquele sol da manhã, com uma preguiça...e nessa minha camisa preta ficava toda cheia de pêlos dele. Ele vivia atrás de mim, mas miava muito.
Minha mãe sentou-se na rede e me chamou para que eu fosse para o colo dela, curtir o sol de outono, a luz estava linda. O Neno que era fotógrafo (ex namorado dela) aproveitou e tirou essa foto. O final dessa história, deixo para minha mãe concluir e construir uma frase, que vem à cabeça dela, quando olha essa foto, então perguntei, e ela disse: "Então vou falar, que sempre quando olho essa foto, me vem, INFÂNCIA A MELHOR PARTE DA VIDA".
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