segunda-feira, 4 de abril de 2011

(como eu a amo.)

quinta-feira, 31 de março de 2011

terça-feira, 29 de março de 2011

o incosciênte fala até mais do que quando pensamos em falar algo.

(isso é meu.)

sábado, 26 de março de 2011

é preciso saber

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terça-feira, 22 de março de 2011

Forte e sábio, é aquele que consegue vivenciar a sua dor (forte).

sem perder o juízo. a doença é algo que nos pertence. (sábio) aquele que pode enxergar, não se deixa cair em desespero, nem mesmo ser dominado por qualquer fraqueza menor que a sua.

(sem mais).

sexta-feira, 18 de março de 2011

quarta-feira, 16 de março de 2011

O Ator?

finge que finge.

domingo, 6 de março de 2011

"o fluxo de ser."

Quero ser uma estrangeira, só para não pertencer a lugar nenhum
e ter sempre um olhar novo para tudo.
Quero ser uma criança, para não ser julgada de toda a minha loucura
e ver o mundo em uma dimensão muito maior.
Quero ser artista, para que toda essa angústia, possa ser expressa
através de uma metáfora, ou por apenas saber olhar.
Quero ser Avó, para que o tempo passe sem pressa, e assim eu percorro a minha vida,
voltando a ser criança. herdar o que a minha avó deixou de mais bonito pra mim (a sua força).
Quero ser rica, para que o meu dinheiro possa ser gasto em coisas que me tornem uma pessoa mais culta e mais humilde, para que eu possa compartilhar deste também a quem precisar.
Quero ser o meu pai, pra que eu possa ser tudo o que ele não foi pra mim, e quando foi que fique guardado em mim.
Quero ser a minha primeira paixão, pra sentir a explosão de um sentimento inexplicável.
Quero cantar, pelo simples fato de ser a minha primeira identidade.
Quero morar no Rio, para simplesmente viver olhando o seu cenário.
Quero morrer dormindo, para continuar sonhando...

domingo, 27 de fevereiro de 2011


Quais são as cores da sua alma?

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Através das minhas frustrações, eu consigo criar.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

sempre terá alguém por perto.

os que não estão hoje, voltarão...

a lembrança é um passado consciente,
é presente, para aqueles que se vão.

(Eu.)

domingo, 23 de janeiro de 2011

com os pés na areia consigo me sentir melhor.
olhando o mar, eu começo a contemplar.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011


tempo, tempo, tempo.

entro em um acordo contigo.

domingo, 26 de dezembro de 2010

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Maria menina bonita
sapeca, atrevida
vem me beijar.

O dia já vem raiando
os passaros cantam
pra te acordar.

Maria, põe essa chuteira.
levanta da esteira,
e vai trabalhar.

Maria dança igual criança
chora quando toca a música
que lembra a sua infância.

Mas sempre tenha esperança,
Fé na lembrança, insista na dança,
a vida às vezes pede (mu)danças.

(Natália)

domingo, 5 de dezembro de 2010

pés descalços.

Gota, gota, gorda, caiu da folha e pingou em mim.
parei para sentir, fechei os olhos ouvi o vento.
senti o cheiro da terra molhada, sorri.
os passáros voltando aos poucos, cantando, canto alegre, desperta a natureza, por que a chuva já lavou toda essa beleza, uma quimera para aqueles que se alimentam dela.
meus olhos se abriram, eu vi.
era primavera.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

e nessa correria do dia a dia me perco entre alamedas e avenidas...queria te cruzar em uma dessas esquinas... assim de surpresa, que é do jeito que eu mais gosto, do jeito que me derreto.

domingo, 21 de novembro de 2010

Meu corpo
é testemunha
do bem que ele

me faz....

(Chico)

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Por

que agora,
é preciso estar,
só.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

copo vazio.

No centro da roda há uma coluna, uma única coluna vertebral, essa coluna é minha e sua, essa coluna é nossa. é tão profundo que a concentração é extensa, toda aquela roda passa a ser única, uma coisa só. Deixei a minha coluna e no lugar dela entrou uma nova coluna, que através da forma da minha se tornou a sua, é bonito de se ver, eu nunca vou poder ver a minha própria coluna, mas eu posso ver que uma outra coluna pode "ser" a minha coluna, concentração. olho no olho, respira, sente a sua coluna. entregue a ao outro, divida o espaço. "é sempre bom lembrar que um copo vazio, está cheio de ar", abraça, amaça, sente o cheiro, o peso, o medo, entrega-se, a coluna sustenta a bacia, a bacia é livre, caminha, caminha... pé no chão (dedão, dedinho, calcanhar), topo da cabeça, o eixo, pega no pé, alongue, sinta a dor e assuma ela, leveza, beleza, se queixa, se mexa...se doe? abra espaço, o seu corpo pede, seu corpo nada mais é do que você é. olha que emoção, quando você percebe que seu corpo sente, e se ele tá sentindo dor, é por que ele precisa de espaço, exercite isso e dê espaço à ele, respeite-o.

uma palavra: Dignidade.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Infância.

Corre, corre, corre,
até que a boca fica seca, e a sensação de cansaço é satisfatória.
"você corre muito rápido, eu não consigo te pegar..."
desisti, mas não sei por qual o motivo tomei aquela decisão,
então ele ainda correndo pela rua de paralelepipedo vai diminuindo a velocidade, e olhando
para trás, era de costume ele fazer isso, correr e olhar pra trás, isso me dava uma baita aflição mas esse costume era dele, era de correr atrás da pipa e ficar olhando para ver onde ela iria cair.
Algumas vezes tentei acompanhar, mas eu sempre ouvia um:
"Cuidado vocês dois!"
Correr era a sensação mais gostosa, eu me sentia um animal, feroz por dentro e totalmente livre, ficava mole quando parava, ele vinha me fazer cócegas até meus pulmões ficarem sem ar.
Íamos caminhando até a casa da Bela, sobíamos as escadas com a ajuda do corrimão, como dois bichos preguiças, sentíamos o cheiro do café que estava sendo passado, do bolo que já havia saído do forno por alguns instantes, corríamos até a cozinha, passavamos pela sala e lá estava o meu avô ouvindo o radinho de pilha bem perto do ouvido, concentrado em um universo só dele; chegávamos na cozinha famintos, lá estava a Bela de costas, nos esperando e terminando de lavar a louça...

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

No meu coração eu fiz um lar.